24 de nov de 2011

EMOÇÕES - parte 2

     Após a postagem do artigo anterior (EMOÇÕES), recebi alguns comentários a respeito da maneira tão simplória como abordei a terapêutica para depressão.
     É óbvio que o tratamento não é tão simples assim. A recomendação anterior de fazer uso da ferramenta "Reprogramação Mental" foi apenas uma forma de oferecer recurso salutar, lembrando que existem vários recursos. Porém, tomando por base que todo tipo de tratamento em quaisquer que sejam os casos e razões, deve ser baseado em pensamentos, então a Reprogramação mental funciona como um remédio "genérico". Porém é importante sabermos que existem as depressões mais leves, chamadas de reativas, pois são decorrentes de fatos ocasionados durante a vida e também a depressão crônica, caracterizada pelo estado de profunda dissonância com a vida desde a infância, ou mesmo aflorado na juventude ou maturidade, mas com sintomas profundos e perturbadores.

     Nos dois casos é bastante útil a reprogramação mental e  com relação às depressões consideradas crônicas, a recomendação vai além. Há que se considerar vários aspectos quais sejam:
-   Medicamentos (alopáticos, homeopáticos, florais)
-   Psicoterapia Reencarnacionista (que não cuida apenas das emoções 
    doentes mas principalmente dos pensamentos que geram as emoções e 
    da descoberta das questões mais importantes que precisam ser 
    tratadas   na atual encarnação)
-  Passe espiritual - quando se observa a atuação de espíritos sofredores
-  Trabalho voluntário, filantrópico

     Há casos em que se torna necessário a aplicação de todos esses recursos, sendo que sem dúvida o mais importante é a Psicoterapia Reencarnacionista, visto que irá trabalhar na raiz espiritual da doença. Além de promover o desligamento de vidas passadas que porventura ainda estejam trazendo ressonância na vida atual, dificultando o tratamento em si, também oferece recursos para promover a Reforma Íntima que é o remédio mais indicado, conforme veremos em outro artigo.

     Medicações psiquiátricas são valorosas devido amenizar as crises. Porém, há que se pensar no efeito negativo no que se refere ao fato de privar a pessoa de fazer o trabalho verdadeiro de cura. A única medicação que vai à raiz é a mudança de atitude. No trabalho terapêutico há um aprofundamento das questões mais íntimas geradoras da depressão. A pessoa faz uma autodescoberta, tem uma maior percepção  que ela é a causa de seus problemas e com isso dá um passo, reconsiderando suas atitudes e dessa forma a Depressão se torna auto-educadora, mostrando quem a pessoa é de verdade. E somente com uso da medicação isso não acontece porquê sem os sintomas, a pessoa se vê livre  do trabalho terapêutico, porém, se ela interrompe o medicamento, a crise volta.

     No início da terapia algumas vezes acontece um agravamento do estado depressivo, por estar iniciando um processo de mudança interior. Lembrando que essa mudança (reforma) é o melhor medicamento, apesar de ser o mais doloroso, e mais difícil.

     Por essa razão muitas pessoas não querem essa parte do tratamento, preferem ficar nos antidepressivos a vida toda mesmo sabendo que a doença continua após a morte e estarão apenas prorrogando a questão, que cedo ou tarde deverá ser avaliada. E quanto mais adiarem, pior fica a recuperação. Acabam esticando suas depressões, em alguns casos não conseguem nem entender essas explicações e preferem acreditar que as razões da doença são congênitas e com a morte termina o sofrimento.

     O trabalho de mudança interior sim irá conduzir a uma cura. Nas Regressões Terapêuticas normalmente encontramos a razão. Os sintomas apresentados pela pessoa estão relacionados sempre às situações que vivenciou no passado.  Os gatilhos emocionais da vida atual são disparadores da doença que muitas vezes encontra-se oculta. Recebi no consultório uma jovem que foi envolvida num acidente grave o qual ocasionou a invalidez de uma pessoa. A partir daí ela entrou em depressão e não conseguia mais se livrar, nem mesmo com antidepressivos. Mesmo que a justiça a considerou inocente, perante testemunhas e provas, ainda assim  não conseguia se livrar da culpa. Na Regressão Terapêutica ficou evidenciado que em uma vida passada ela havia sido responsável por uma morte em condição  semelhante. E essa culpa estava em seu inconsciente adormecida, quando nessa vida surgiu uma situação idêntica, foi disparado o sentimento novamente. Com o tratamento de desligamento e consciencial a pessoa foi refletindo a necessidade de se perdoar para se livrar da culpa, além de outras questões internas não resolvidas e necessitando dessa reforma interior agora.
    
     Em cada situação há uma razão, e sempre o remédio será a reforma íntima e o crescimento interior espiritual. Esse é um assunto bastante amplo e não é possível em um artigo tão pequeno considerarmos todos os aspectos. Porém já encontramos publicações científicas juntamente com notícias da espiritualidade a respeito da condição em que se encontram os espíritos após o desencarne, quando em vida não trataram suas doenças, principalmente a depressão.

     Em próximo artigo estarei trazendo novas informações e conteúdo valoroso para nosso aprendizado. Por ora, vale lembrar que é uma doença espiritual, bem como todas as nossas inferioridades e cada um deve descobrir seu caminho na busca da cura. Hoje vivemos num momento onde há muitos recursos, cabe a nós a escolha, a decisão se vamos cuidar agora ou deixar para mais tarde.

     Quanto à Reprogramação Mental, continuo apoiando, tendo em vista justamente a simplicidade, porém, é claro que há casos e casos. Quando a pessoa não tem intenção em mudança, em cura, muito menos em esforço com trabalho de autodescoberta, com certeza não será a reprogramação mental que irá ajudá-la, pois a razão e origem nesse caso está muito mais profunda e infelizmente ainda não houve conscientização, desejo ou mesmo necessidade dessa cura.


Transformando nossas vidas

Ieda Perez










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3 comentários:

  1. Gostei, Ieda!!!!! Muito bom!!!!
    Um beijo no coração!!!

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  2. Olá Ieda, parabéns pelo post e continue escrevendo.
    Beijo,
    Sergio

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