18 de nov de 2011

EMOÇÕES

     Você alguma vez já abriu mão de seus sentimentos, pensamentos, emoções e necessidades em favor de alguém, somente para receber aprovação e consideração? Infelizmente muitos de nós já agimos assim! Quantas vezes asfixiamos e negamos nossas emoções diante de acontecimentos que nos machucaram profundamente. Pior é que não sabíamos que estávamos nos destruindo.

 

     Necessitamos aprender que devemos viver o direito de sentirmos nossas emoções para sermos honestos com nós mesmos. Que elas nos ajudam no processo de autodescobrimento e estão vinculadas a estruturas importantes de nossa vida mental, como os pensamentos cognitivos e as nossas intuições.

     Desde muito pequenos, crescemos aprendendo que as emoções são erradas ou pecaminosas, que não devemos sentir medo ou raiva, não podemos nem ficar tristes. A consequência disso é que geramos um sentimento ainda pior, a culpa e acabamos nos levando a uma autocondenação.

 

     Agora precisamos aprender  a saber lidar com nossas emoções e não nos censurar mais por sentí-las, mas sim julgar a decisão do que faremos com elas. Esse aprendizado torna-se urgente, tendo em vista o crescente aumento de estados depressivos advindos dessas situações, ou seja, da repressão de nossas reações emocionais como também dos julgamentos negativos que fazemos de nós mesmos e limitação de nossos desejos internos.

 

     Se você está se encaixando nesse contexto, saiba que a Depressão, vem sendo tratada de forma superficial apenas com medicação. É certo que ela apresenta seus sintomas de baixa de humor e que é diagnosticada clinicamente como falta de substâncias no organismo (serotonina), gerando a disfunção. No entanto, devemos entender que isso é apenas uma consequência de problemas internos oriundos de má orientação de nossas emoções. Sendo assim, muito melhor e produtivo que sejam tratadas as origens e não apenas os efeitos.

 

     E como tratar então as origens? Entendendo que o cerne do assunto está em nossos pensamentos, na maneira que escolhemos acreditar que somos. Na maneira que decidimos cuidar de nossas emoções antigas e atuais. Para isso é necessário um trabalho de autoconhecimento profundo e existem diversas técnicas poderosas, não apenas a Psicoterapia que lida com os pensamentos (reencarnacionista) mas também outras técnicas que trabalham alterando os padrões mentais.

 

      Você pode estar alimentando pensamentos limitantes, e com isso criando estados depressivos internos e colocando a culpa nas circunstâncias externas, portanto se quiser conhecer um trabalho valioso que possa desenvolver consigo mesmo, na sua própria casa, eu recomendo a Reprogramação Mental, para isso basta clicar em Sair da Depressão, conhecer, saber como funciona,  adquirir essa ferramenta e a partir de então poderá fazer alterações em seus padrões mentais antigos, substituindo-os por outros mais poderosos e fortalecedores.

     Porém, se você tem intenção em continuar no papel de vítima, então nem adianta tentar porque nada irá adiantar. Minha sugestão é que você se questione honestamente se gosta de ficar assim, se tem alguma vantagem nisso; esse questionamento já é um início de autoconhecimento. Entretanto é importante saber o que irá fazer com a resposta. Talvez seja necessário um trabalho terapêutico com profissional para juntos chegarem ao âmago da questão.


     E finalizando, lembrar-nos que jamais devemos reprimir nossas emoções, pois elas nos trazem informações sobre nosso interior. Devemos sim olhá-las com carinho e procurar entender o que estão querendo nos dizer. E principalmente entender que "sentir raiva" é muito diferente de "cometer uma brutalidade". Que sentir não é o problema, mas o que fizermos com esse sentimento é que poderá ser prejudicial.



Transformando nossas vidas

Ieda Perez


http://www.abpr.org/


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2 comentários:

  1. Oi Ieda adorei a postagem! e aprendi com o tempo que não podemos negar nossos sentimentos e nem tentar agradar os outros para sermos aceitos! e com esta atitude de não me negar e fazer só o que amo me faz feliz!! Beijos

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  2. Kellen, que bom que aprendeu, pois se libertou de sofrimentos desnecessários! E nunca agradaremos o todos, não é mesmo?

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